Gestão da Qualidade define processos na Trans Sat
28/10/2008
Depois de organizar profundamente a estrutura do Departamento de Marketing e Negócios da Trans Sat Gerenciamento de Risco, a empresa volta suas atenções para o Departamento de Operações, onde se encontra a Central de Monitoramento da gerenciadora, carregando a bandeira da Qualidade.
Há mais de um mês, os consultores da Goulart M&C, empresa contratada para a condução do SGQ - Sistema de Gestão da Qualidade, mantêm encontros periódicos com gerentes e supervisores do departamento para desenhar com detalhes os fluxos de todos os processos que definem os trabalhos de Operação. Segundo Edson Goulart, consultor contratado, “a idéia é identificar possíveis divergências e corrigi-las durante a elaboração dos fluxogramas para, depois, padronizar os processos e dirimir quaisquer dúvidas que possam surgir na prática cotidiana”.
Júlio César dos Santos, gerente Operacional da Trans Sat, já sentiu os resultados dos trabalhos, desde quando foram realizados no Departamento de Marketing e Negócios. “Os consultores passaram uma cópia do fluxograma daquele departamento, para que pudéssemos cobrá-los das ações corretas”, comentou o gerente. “Nem foi preciso, pois na primeira implantação dentro do SGQ já percebemos que o trabalho fluiu com tranqüilidade e precisão”.
O SGQ adotado pela Trans Sat segue uma filosofia diferente da maioria dos programas normalmente adotados pelas empresas. Em primeiro lugar, o objetivo não é conquistar certificações. “Ajustamos o foco desse trabalho exclusivamente para a Qualidade, propriamente dita”, explica Rosangela Medeiros, presidente da empresa. “Nossa preocupação é com o cliente, na prática efetiva dos nossos serviços”. Goulart comenta que certificações como a ISO “não garantem a qualidade, mas sim o processo”. “Vemos empresas de diversos ramos com certificações prestando um péssimo serviço aos seus clientes”, justifica o consultor.
Outra característica marcante do Sistema de Gestão da Qualidade da Trans Sat é o tempo de execução. “Para nós, é muito mais uma filosofia do que um programa, com começo, meio e fim. Ou seja, teve um começo, mas não terá um fim”, explica a presidente da empresa. A idéia é moldar a empresa para a filosofia da Qualidade, sem grandes impactos ou extremismos. Goulart afirma que não adianta adotar ações rápidas e impactantes, sem um trabalho consistente. “A intenção não é provocar uma revolução e sim uma evolução”, comenta. Segundo o consultor, o SGQ tem que ser adotado de forma construtiva e eficiente e, por isso, não se pode “atropelar” a rotina dos colaboradores.
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